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Cura

Cura A cura vem quando a doença não tem mais a função que deveria ter. A função das doenças é fazer refletir, é para que o ser se foque em algum padrão negativo de pensamento ou de comportamento. E a doença se origina em algum desequilíbrio, mais do que do corpo físico. Vemos que a doença quer dizer algo. Muitas vezes algum mal que antes parecia incurável desaparece misteriosamente. Assim foram minhas fobias, por água e por dirigir. Muitas doenças se devem a heranças genéticas, a padrões antes familiares, por traumas e comportamentos inatos, ou reações que se formaram ao longo de gerações (medo de dirigir pode ser um antepassado que caiu de cavalo..). Assim entende a nova medicina germânica, de Dr Hammer, pela leitura biológica, feita muito por eletroencefalograma, onde se descobriria bioprogramantes, padrões de reação a traumas onde seriam criadas as doenças, ou despertadas. Há então uma memória evolutiva que cria as doenças como forma de se proteger de riscos a vida e sua m...

patriotismo

Patriotismo O amor a pátria vem do amor a família, ao progresso espiritual e material da pátria. Nesse sentido já entendiam Charles Dickens e Funck Brentano. Dizia Sêneca que ninguém ama a pátria porque é grande, mas porque é sua. Mas nós também amamos porque é grande, continental.   Difere do ufanismo, que é mais uma falsidade e uma jogada de marketing, como entender o Brasil como país do futebol, do carnaval, de povo simpático, estátua de Cristo Redentor etc. Uma visão exagerada e quase nacionalista da pátria. Ser patriota também é amar o povo. Mas hoje não se pode entender aqui um povo sem a miscigenação, que de início era de índios, negros e portugueses. A pátria é principalmente o povo, o elemento humano e real, não símbolos livrescos. Não significa também xenofobia, onde se tem aversão extrema a outras nações. Pelo contrário, vemos cada vez mais pessoas espalhadas pelo mundo, levando suas bandeiras em estádios de futebol e outros esportes (o que revela certa contradi...

Cultura

Cultura A cultura e sua diversidade é o principal fator de desenvolvimento atual, e econômico. O turismo nos aguarda com uma explosão, haja vista as Olimpíadas e a Copa do Mundo, e o Brasil é bem visto no cenário mundial. Com o fim das grandes guerras mundiais, a criação da UNESCO fez com que a todo o custo da cultivasse a cultura da diversidade. Por antes existirem doutrinas raciais e intolerantes. Hoje o novo cerne econômico é essa diversidade, a exemplo de milionária rede social e site de pesquisa.                     Nesse novo paradigma de rede, todos são importantes. E é mesmo a diferença que atrai na cultura, o novo que se une ao antigo, a identidade cultural que supera a indústria cultural internacional, ligada a marcas e empresas famosas. O centro do mundo é onde moramos, no município, que agora é um município globalizado. Somos nós que diremos o que é cultura, quais são as exp...
VOZ A voz de Deus criou todas as coisas, em espécie de mantra. Era o Verbo que era Deus. Cada tom de voz revela a individualidade de alguém. Um tom grave revela bravura, um agudo revela sensibilidade, assim também se parecendo em analogia com animais, e por consequência, a determinado atavismo. Já as vozes do além podem ser sentidas e até gravadas. Se chama trans-comunicação instrumental, e tem uma pesquisadora brasileira estudando à tempo, Rinaudi. Para filósofo espírita Herculano Pires as vozes se devem a entidades. Chama Clariaudiência — Percepção de vozes estranhas, exclusivamente pelo sensitivo. No Espiritismo, percepção das vozes dos Espíritos, músicas e outros sons do mundo espiritual. E na Bíblia a palavra “Espírito” foi modificada por tradutores para dons espirituais. Para Quevedo as vozes são xenoglossia, manifestação do inconsciente de modo a teatraliza r na manifestação. Em PNL – programação neurolinguística, o filósofo brasileiro, Lázaro Freire   analisa...

Família e religião

Família e religião Família e religião são temas correlatos, uma vez que da família que herdamos muitas de nossas crenças. Já a criança no seu período formativo da mentalidade, até 6 anos de idade, vê seus pais como deuses e senhores da verdade, e o contato com Deus e sua noção, seja por qual corrente religiosa, faz com que se encontre um forte apoio aos momentos difíceis da vida. A família é um aconchego material e a religião um aconchego espiritual. A vibração mental vai colocar as pessoas naquilo que acreditam, e, em uma religião ou filosofia em comum. Possuímos o comum da crença cristã, e as doutrinas mais variadas, desde materialistas até espiritualistas, das xamânicas as científicas, estão se adaptando ao cristianismo. Vemos assim a construção de uma família maior, que é a fraternidade entre as pessoas de diferentes culturas. A religião entre em seu conceito de religar, e cada vez mais as pessoas compreendem mais a diferença de entendimento e interpretação, hermenêutica...

O outro eu

O outro|ortuo eu             Parece que possuímos um eu agora, mas também um eu que se esconde. Esse eu que se esconde ou é superior, ou é inferior, e isso relacionado a porções do nosso cérebro que ainda se desenvolverão, e a porções que já ficaram par trás na cadeia evolutiva, na noogênese.          Vemos também que esse outro eu pode ser uma máscara não usada, assim como o eu normal pode ser uma máscara. Mas o que está escondido e porque esconder? Fica claro que esse outro eu é sempre algo um tanto vulnerável, frente ao mundo competitivo e as exigência sociais. Se esse outro eu chora com mais facilidade, se é mais emotivo, fica fraco frente as exigências competitivas do mundo capitalista e materialista. Também um outro eu místico pode ser tratado como louco, e assim ele apenas se revela em momentos propícios, como em religiões e escolas esotéricas, entre outros meios.  ...

Beligerância

Beligerância Pergunta que fica é se a guerra é a higiene do mundo? Talvez seria se limpasse com seus defensores e idealizadores. Enquanto os animais lutam pela sobrevivência, inconscientes em maior parte disso, os seres chamados de humanos lutam pela destruição, mesmo não sobrevivendo. As vítimas da dominação continuam vítimas, mesmo entendendo se rebelar contra algum tirano ou inimigo imaginário, ou terrorista, na ilusão de que se constrói um mundo melhor, enquanto os poderosos dessa inteligentzia bélica trocam favores políticos e desfrutam do seu luxo particular, em cadeiras de escritórios. Apertam-se os botões das máquinas de morte e comemora-se a vitória sobre a própria imbecilidade haja vista que com o dinheiro gasto em batalhas se poderia acabar com a fome mundial e desfrutar de lazer em grande escala, como todo o Estado de bem estar social prometido pelas utópicas constituições dos países. Maquiavel certa feita escreveu: “os príncipes que se interessam mais pelas coisas ...