VOZ A voz de Deus criou todas as coisas, em espécie de mantra. Era o Verbo que era Deus. Cada tom de voz revela a individualidade de alguém. Um tom grave revela bravura, um agudo revela sensibilidade, assim também se parecendo em analogia com animais, e por consequência, a determinado atavismo. Já as vozes do além podem ser sentidas e até gravadas. Se chama trans-comunicação instrumental, e tem uma pesquisadora brasileira estudando à tempo, Rinaudi. Para filósofo espírita Herculano Pires as vozes se devem a entidades. Chama Clariaudiência — Percepção de vozes estranhas, exclusivamente pelo sensitivo. No Espiritismo, percepção das vozes dos Espíritos, músicas e outros sons do mundo espiritual. E na Bíblia a palavra “Espírito” foi modificada por tradutores para dons espirituais. Para Quevedo as vozes são xenoglossia, manifestação do inconsciente de modo a teatraliza r na manifestação. Em PNL – programação neurolinguística, o filósofo brasileiro, Lázaro Freire analisa...
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Família e religião
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Família e religião Família e religião são temas correlatos, uma vez que da família que herdamos muitas de nossas crenças. Já a criança no seu período formativo da mentalidade, até 6 anos de idade, vê seus pais como deuses e senhores da verdade, e o contato com Deus e sua noção, seja por qual corrente religiosa, faz com que se encontre um forte apoio aos momentos difíceis da vida. A família é um aconchego material e a religião um aconchego espiritual. A vibração mental vai colocar as pessoas naquilo que acreditam, e, em uma religião ou filosofia em comum. Possuímos o comum da crença cristã, e as doutrinas mais variadas, desde materialistas até espiritualistas, das xamânicas as científicas, estão se adaptando ao cristianismo. Vemos assim a construção de uma família maior, que é a fraternidade entre as pessoas de diferentes culturas. A religião entre em seu conceito de religar, e cada vez mais as pessoas compreendem mais a diferença de entendimento e interpretação, hermenêutica...
O outro eu
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O outro|ortuo eu Parece que possuímos um eu agora, mas também um eu que se esconde. Esse eu que se esconde ou é superior, ou é inferior, e isso relacionado a porções do nosso cérebro que ainda se desenvolverão, e a porções que já ficaram par trás na cadeia evolutiva, na noogênese. Vemos também que esse outro eu pode ser uma máscara não usada, assim como o eu normal pode ser uma máscara. Mas o que está escondido e porque esconder? Fica claro que esse outro eu é sempre algo um tanto vulnerável, frente ao mundo competitivo e as exigência sociais. Se esse outro eu chora com mais facilidade, se é mais emotivo, fica fraco frente as exigências competitivas do mundo capitalista e materialista. Também um outro eu místico pode ser tratado como louco, e assim ele apenas se revela em momentos propícios, como em religiões e escolas esotéricas, entre outros meios. ...
Beligerância
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Beligerância Pergunta que fica é se a guerra é a higiene do mundo? Talvez seria se limpasse com seus defensores e idealizadores. Enquanto os animais lutam pela sobrevivência, inconscientes em maior parte disso, os seres chamados de humanos lutam pela destruição, mesmo não sobrevivendo. As vítimas da dominação continuam vítimas, mesmo entendendo se rebelar contra algum tirano ou inimigo imaginário, ou terrorista, na ilusão de que se constrói um mundo melhor, enquanto os poderosos dessa inteligentzia bélica trocam favores políticos e desfrutam do seu luxo particular, em cadeiras de escritórios. Apertam-se os botões das máquinas de morte e comemora-se a vitória sobre a própria imbecilidade haja vista que com o dinheiro gasto em batalhas se poderia acabar com a fome mundial e desfrutar de lazer em grande escala, como todo o Estado de bem estar social prometido pelas utópicas constituições dos países. Maquiavel certa feita escreveu: “os príncipes que se interessam mais pelas coisas ...
EXCERTO DE PROGRAMA DE RÁDIO SOBRE ENVELHECIMENTO
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EXCERTO DE PROGRAMA DE RÁDIO “FILOSOFIA É LIBERDADE” SOBRE ENVELHECIMENTO Envelhecimento Sêneca já dizia que a filosofia sã ensina a viver de modo correto. Eu diria que ensina também a envelhecer de modo correto. Pois o filósofo não guarda apenas a própria idade, mas soma as demais idades de outras pessoas. Envelhecer para nós é assim um modo de manifestar ainda mais a imagem da sabedoria, e ao contrário da cultura que afasta de todos os modos o envelhecimento, temos que ele é necessário a que possamos compreender os processos naturais de uma certa lei natural de extinção. O filósofo funda uma doutrina que lhe torna jovem de novo, pois são os jovens que manifestarão a sua doutrina, a revivendo em seu espírito. A própria lei quer aposentar o velho quando o velho não mais envelhece. Tudo é um estado mental, um estado de espírito. Tem idoso pulando de pára-quedas, andando de skate, indo a balada e surfando, e tem por outro lado idoso preso a uma cadeira de balanço e resolvendo pa...
Um mestre em meu livro Fonte da felicidade
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1. O homem e a natureza Certa vez um homem procurou o mestre por causa dos seus problemas de saúde e porque uma montanha de pedras havia desmoronado encima de sua casa – desta feita, o mestre lhe perguntou: “Por que me procuras?” – o homem então lhe disse que estava com a vida arruinada e que vivia a custa de remédios. Era sabido que esse homem foi um empresário rico e que muito prejudicou o meio ambiente e que até então não temera a natureza. O mestre lhe ofereceu um ensinamento: “Há muito tempo atrás o homem vivia em paz com a natureza, respeitava as pedras, os vegetais e os animais, além de conviver em paz com seus iguais – porém em certo momento semeou o orgulho, de forma que nada para ele teve mais valor, destruindo muitas coisas em nome do poder” – então o homem perguntou ao mestre qual o valor que há em todas estas coisas, uma vez que ele vive sem elas – o mestre então respondeu: “O valor está em que muitas delas já fomos nós e que nós ainda seremos elas, poi...
Iconoclasta de valores
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Iconoclasta de valores Uma pequena pedra valiosa está incrustada no simétrico nariz de uma atriz do prazer. Não é de hoje que me vejo como questionador desse mundo, sou mesmo um Shiva, destruidor de mundos. Uma tatuagem misteriosa, palavras sem sentido, sonhos que foscos temperam um vidro embaçado. Hoje transcendi meu espírito ao divulgar a minha filosofia na surdina. Odeio o que é acadêmico, toda a minha paciência para com o que é acadêmico não satisfez o marketing da avareza. Mais uma vez dinamitei valores, fui o mágico que retirou da cartola do comportamento um coelho diferente, totalmente oposto a expectativa. Também a ciência para mim é incompleta, talvez por ser eu um ocultista. Só a v...