sexta-feira, 17 de junho de 2016

A linguagem corporal no trabalho e fisiognomia


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Estive na última terça a palestrar sobre a linguagem corporal no trabalho, lá em CEJA de Rio Negrinho, a convite da professora Patrícia Hacke, e falei do tema de entrevista de emprego, da organização no trabalho, de linguagem facial, comportamento, da importância do autoconhecimento e outros tema. Talvez eu falei de coisas não tão esperadas, mas há muito na Internet sobre o tema, porém de forma superficial e sem o esoterismo e mistério que sempre gosto de tratar. De todo o modo ensinei algo que pode agregar a vida dos estudantes que lá estavam. Também tratei de questões de ENEM e fiz uma dinâmica de possível entrevista de emprego. Mostrei assim meu livro Fisionomia Oculta, publicado pela Editora Agbook.
 

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Para começar falamos das roupas. Nesse quesito me baseei em um autor que era do FBI, e escreveu sua obra. Nesse sentido, o terno é ainda o melhor a se escolher, e uma roupa social. Mostrar o menos possível do corpo, e não ficar extravagante. Alertei as mulheres que o máximo seria um anel, e que não se devia usar sandálias ou algo que levasse a pensar que a pessoa está de férias. Ademais, um sorriso sempre é porta aberta. Então sugeri que se mantivesse de bom humor e que se procurasse ser prestativo. Também sobre o aperto de mãos, mostrei qual o correto, e o segredo foi o equilíbrio, uma vez que o aperto muito forte mostraria prepotência. Também o aperto muito mole mostraria certo desinteresse. Lembro também que o perfume deve ser o mínimo, pois as pessoas não admiram o cheiro. E olhar nos olhos, não para outras partes do corpo, o que seria constrangedor.
 
 
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Noutro momento falei da empresa ou comércio. Das oito palavras mágicas ao se atender uma pessoa. Assim seria: “Bom dia senhor (a), em que posso lhe ajudar?”. Sempre que se fala outra coisa, se está cometendo erros. Como em se falar “olá”, ou pior ainda, se falar: “estou esperando”, ou mesmo não falar nada. O comércio já não atende com tanta qualidade, e assim não é novidade o descaso com o consumidor. Também ao estudar disciplina de negócios se observa que o interesse é por se conquistar o consumidor para mais compras, não apenas para aquela única. Isso envolve também linguagem corporal e se observar o padrão da pessoa, sua tipologia. Assim se mostra o produto certo para a pessoa certa. Quantas vezes me mostraram coisas que nada têm a ver com meu perfil. Isso revela desconhecimento e pouco preparo de comerciantes.


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Por fim o momento máximo da apresentação foi o da fisiognomia ou leitura de traços do rosto, que poderia ser sinônimo de caracterologia, visage, morfopsicologia e estaria relacionado ainda a programação neurolinguística. Mostrei formatos de nariz, sobrancelha, orelha, e dei a cada pessoa uma folha com desenhos de alguns perfis. Mostrei o olhar, e mesmo alguns sinais de mentira. Apesar do tempo reduzido, consegui mostrar muitos detalhes e mesmo ainda características de grafologia, tipos de letras e assuntos relacionados a personalidade. O fator chave era mostrar o autoconhecimento e o poder para se desenvolver poderes e qualidades, que todos têm. Mostrei por exemplo o tipo de rosto quadrado, que é ótimo a atividade militar, e outros com suas qualidades. A vocação está posta naturalmente. Leitura de corpo é ao mesmo tempo leitura de pensamento.


segunda-feira, 11 de abril de 2016

Trabalho, felicidade e gratidão


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Hoje estive a pensar sobre o trabalho, após observar um livro de Alain de Botton, filósofo suíço da atualidade, chamado “Os prazeres e desprazeres do trabalho”. O trabalho nos sustenta, nos ocupa, nos dá prazer. Muitas pessoas falam sobre o trabalho como um meio sofredor, mas vejo que cada vez mais o que antes era tripalium, um instrumento de tortura, ou escravidão, está cada vez mais presente em nossas vidas. Essa práxis, ou uma prática de transformação da natureza pelo trabalho, nos faz crescer e evoluir. Muito além da utilidade, é mesmo um meio de se obter felicidade. Passamos a maior parte do tempo entre o sono e o trabalho. Hoje nos dedicamos também ao estudo, que não deixa de ser também um trabalho intelectual. Se engana quem acha que estudar é ócio, ou é pouco rentável. Tudo que aprendemos resulta em alguma vantagem, seja direta, seja indireta. Isso pode se referir até a coisas como autoajuda, esoterismo, sabedoria antiga. Tudo colabora a um progresso. Mas o importante é a gratidão. Quantas pessoas trabalharam para agora eu escrever aqui, nesse computador? Muitas, desde as que montaram as placas, as que desenvolveram programas, as que fizeram embalagens, as que montaram máquinas, que fizeram o teclado e tantas outras. Não importa a função ou cargo, todas as pessoas são igualmente importantes. Formam uma teia, um Todo de inter-relação. Assim as coisas são holísticas, e o trabalho ganha cada vez mais uma importância, não mais sendo fixo, e nem preso a um lugar. Cada vez mais trabalhamos em computadores, e assim deixamos de ter de ficar em um parque fabril. A fábrica se torna cada vez menos o locus para o nosso trabalho. Também o comércio ganha cada vez mais com o meio eletrônico. E o café, a alimentação, por tudo devemos ser gratos a centenas de pessoas que trabalham para que vivemos com mais prazer e felicidade.


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Fuga do Mundo


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Por outro lado, nem o trabalho, nem o estudo deve ser uma fuga do mundo. Antes se usava disso através do poder religioso, para se justificar alguns fracassos. Uma fuga mundi. A isso dedicou Luiz Felipe Pondé em seu livro “A Era do Ressentimento”. Isso se refere principalmente a filosofia dos estoicos, que defendiam essa imperturbabilidade. Penso que não devemos fugir do mundo, mas aperfeiçoá-lo de acordo com nossa potencialidade. Mas temos essa potencialidade? Claro que temos. Cada um de nós tem talentos e poderes que nem imagina. Nossa força espiritual, nossos guias, nosso anjo da guarda, Cristo interno. Assim não se está destinado ao fracasso. Podemos enriquecer sem culpa, podemos ser famosos, e assim por diante. Há um preconceito com quem se desenvolve e tem prosperidade. Os poderosos, sejam governantes ou sacerdotes, querem que nos arrependamos, que sejamos serviçais. Isso se direciona principalmente para o consumo e para certos vícios. Hoje as redes sociais, chocolate, estudos, e muitas coisas estão sendo vícios para se fugir do mundo. Mesmo o trabalho. Trabalho em excesso é uma fuga. Pensaria Freud que tudo isso é uma sublimação da libido. Quem tem as coisas bem resolvidas não precisa fugir. Não precisa se alienar. E o mundo tem muita felicidade e prazer ao seu dispor. Uma vida retirada também é uma escolha, mas meio incompatível com nossa vida urbana, pós-moderna e que exige socialização. Na vida tudo são escolhas. Apenas a ilusão faz com que as pessoas se aprisionem em compulsões e visões religiosas limitadoras. Libertar é possível, e o mundo tem a sua divindade. Fugir do mundo não é necessário, mas sim usar da Vontade para manipular o mundo, formando algo belo e positivo. As pessoas nem imaginam o paraíso que está a seu dispor, aqui e agora. Somente o autoengano acaba por limitar tanto, por exigir uma fuga do mundo, uma redução da vontade de viver.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

LIBERDADE VERSUS COMPROMISSO


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Liberdade versus compromisso



Vemos uma série de comentários sobre a dificuldade que passam os relacionamentos. Frente a independência da mulher, bem como a mudança de padrão que passaram os relacionamentos, houve essa crise que dificulta cada vez mais os casamentos. Por outro lado, há pessoas que dão o exemplo de sintonia e se mantêm sempre juntas, comemorando as bodas e vivendo em boa harmonia. A liberdade acaba sendo organizada para conviver com o compromisso. A mulher está cada vez mais versátil e informada. Ocupando cargos em diversos setores, ela finalmente divide com o público masculino as atividades, apesar de ainda ganhar salário inferior. Assim a liberdade financeira leva consigo outras formas de liberdade. Apesar de já o filósofo Sartre ter falado que estamos condenados a ser livres, mesmo assim há ainda muitas pessoas que preferem ser donas ou propriedades de outros, sem contudo observar sua própria capacidade e consciência. O compromisso exige renúncia. Mas tudo exige um pouco de sacrifício, quando se vive em sociedade ou com a família. A liberdade absoluta é cada vez mais rara, e o amor ganhou novas formas. Todos fazem a sua vontade. Zygmunt Bauman, um sociólogo de grande destaque atual no mundo intelectual, disse que os relacionamentos estão líquidos. Assim as coisas tendem a não durar no mundo pós-moderno, sendo um fato social e realidade.



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A religião poderia colaborar



Frente as dificuldades de padrões de relacionamento, uma mensagem fica a cada um: como se amar. O amor a si mesmo exige tantas lições quando o amar o outro. Isso parece óbvio, mas cada vez mais está sendo reduzido, frente a depressão e autodestruição que algumas pessoas se colocam. Seja através de padrões e descuidados com a própria saúde, seja com alimentação, cigarro, bebidas, remédios etc. Até onde essas pessoas se amam? E no que se refere a aqueles que tentam se suicidar. O que faz uma pessoa buscar interromper a própria vida, ou se odiar? Seria apenas os problemas psicológicos dela mesma? Frente a isso a religião poderia colaborar, não com um fanatismo e dogmatismo, mas com uma real e livre busca espiritual. Que cada um escolha sua religião ou espiritualidade e a manifeste, além das paredes de templos. Deus acaba suprindo carências que não poderiam ser supridas. E estar vivo é motivo de gratidão, ter saúde, possuir o conforto. Nunca em nossa sociedade possuímos tanto conforto, e por outro lado tão pouco amor. Mães que abandonam filhos, idosos abandonados, casamentos trocados por aventuras e uma série de situações. O pecado, uma forma mais espiritual de violação da ética, acaba cada vez tendo mais presença frente a enganos e uma certa ignorância.

 
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Cartas na mesa



As pessoas deveriam colocar as cartas na mesa sobre o que realmente são. Mas existe uma série de fingimentos e manipulações, por diversos interesses. Desde casamentos de aparência, até relações abertas não assumidas. Alguns querem ser donos dos outros, e manifestam apenas nisso seu próprio egoísmo. Outros traem a si mesmos, quando dizem uma coisa e fazem outra. Falta nisso tudo integridade. Mas ao mesmo tempo existe uma Nova Era e Nova Ordem Mundial, que exigem novos comportamentos frente a tecnologias. Se a tecnologia é o problema, como ciúmes por redes sociais, se deve agir com inteligência. Já vi casais que colocam a foto juntos ou mesmo mostram as alianças. Em um tempo de tamanha irresponsabilidade, a aliança é um símbolo que afasta aqueles que desejam enganar. Mas cada um faz sua vontade. A idiossincrasia virou o padrão de satisfação. Não há mais pacto que quebre essa liberdade. A lei da liberdade impera, e as pessoas devem colocar as cartas na mesa, seja de seu relacionamento aberto, seja do que prejudica o casamento. Para isso a terapia de casal é muito favorável. E amar.




domingo, 6 de dezembro de 2015

A MEDICINA DE GALENO


 



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Médico romano de origem grega, que nasceu em Pérgamo, localizada em Bérgamo, atual Turquia, no ano de 129, no mês de setembro, de pai patrício, que se chamava Élio Nicon, matemático e arquiteto, que possuía diversos interesses, como lógica, astronomia, agricultura e filosofia. Sua biografia mostra a boa influência do pai. Este teria estimulado o filho a se dedicar a medicina desde seus 17 anos de idade, quando teve um sonho. Os seus estudos foram facilitados, por Pérgamo ser na época um grande centro cultural, apenas perdendo para Alexandria, e assim possibilitando uma formação a Galeno já nos seus 14 anos de idade. Não sem resultado, pois Galeno foi tido como referência essencial durante 15 séculos e teria escrito em torno de 400 obras. De interesse é que ele relacionava a medicina a filosofia, coisa que mais modernamente já não é feito, exceto em uma medicina holística ou mesmo medicina tradicional chinesa. Atualmente a biomedicina ganha cada vez um papel maior, e aquele médico antigo que era um terapeuta, em sentido amplo, está cada vez mais raro de se ver, se é que ainda existe. A figura do sábio que curava. Nesse perfil ainda estava Galeno, o pai da anatomia. Mas seus relatos de anatomia eram baseados em macacos, uma vez que não era permitida a dissecção em humanos. Descreveu assim ações de veias, artéria, coração, nervos do crânio, ossos etc. Mas via a si mesmo como médico e também filósofo. Assim escreveu uma obra chamada “O melhor médico é também um filósofo”. Isso que aqui nos interessa. Uma vez que a cura envolve tanto o corpo quanto a mente, ainda se provando a influência psicossomática, não foi estranho que quando médicos começaram a tratar da psicologia. Freud acabou sendo um divisor de águas, mas muitos anteciparam prática que tinham efeitos curativos semelhantes a da psicanálise. Galeno chega a escrever uma obra chamada “Sobre as moléstias da mente”, inclusive. Pelo seu pai, Galeno era destinado a ser filósofo e político, e era assim preparado. Mas certa vez teve um sonho com deus Esculápio, e assim decidiu que o filho deveria ser médico. Depois de estudos e formação, acabou com o cargo de médico da escola de gladiadores, especializando em intervenções cirúrgicas e alimentação. A influência do pai ou da família mostra grande importância, observando-se a busca pela carreira médica ou jurídica em muitas famílias, o que estimula o estudo e a busca filosófica. Galeno se tornou médico famoso, ainda mais quando curou um rico chamado Eudemos, e depois por ser médico do imperados Marco Aurélio e Lúcio Vero. Como disse Paracelso, Galeno seria classificado na medicina natural: “Medicina natural: Concibe y trata las enfermedades como enseña la vida y la naturaleza de las plantas y, según lo que convenga en cada caso, por sus símbolos o concordancias. Así curará el frío por el calor, la humedad por la desecación, la superabundancia por el ayuno y el reposo y la inanición por el aumento de las comidas. La naturaleza de estas afecciones enseña que las mismas deben ser tratadas por rechazo de acciones contrarias. Los defensores y comentaristas de esta secta fueron, entre otros, Avicena, Galeno, Rosis y sus discípulos”1. Apesar que teria dito que Galeno teria trabalhado muito mais que medicina caracterológica e presságios. Assim seria levada em conta uma linguagem corporal e o temperamento da pessoa, seu tipo psicológico. Já sobre os presságio reflete uma cultura de seu tempo, o que seria visto como comum. Mas sua visão tem resultado científico. Mas muito do que escrevi sobre Hipócrates se aplica aqui. Com as exigências que teve com sua fama, começou a receitar tratamentos com menos sabedoria e sem levar em conta o foco filosófico e de reequilíbrio natural. Basicamente sua medicina se baseia nops quatro humores ou temperamentos, o que já mostra grande saber e um aspecto de analisar a personalidade pelo corpo. Mas receitava poções e cirurgias para eliminar coisas, não prevenir. Falece em 217.

1Três Tratados, p. 19.
 
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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Outubro rosa e outros temas


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Conquistas femininas





Vejo cada vez com mais alegria o número de conquistas femininas em nossa sociedade. Talvez começando por direito a voto, e mesmo pela igualdade em uma série de tratamentos, mesmo a herança. Havia um tempo que pasme, as mulheres não recebiam muita herança, tendo lembranças como relógios ou partes menores do que deveriam por direito. E se controlavam o corpo delas, o tamanho das saias, a cor do cabelo, a cor do esmalte. Muito disso fica apenas para a história e museus, mas há quem defenda ainda os costumes rígidos e absurdidades. E mais, tem gente que escreve isso em jornais, indo contra as conquistas e avanços tecnológicos, talvez acertando em algo, mas em muito errando. As conquistas femininas e mesmo feministas são de grande valor. Elas provam a nossa democracia e uma realidade cada vez mais colaborativa e menos concentrada no poder. Seria também a vantagem de um parlamentarismo, no lugar de presidencialismo. Mas os invejosos sempre falarão mal delas. Assim já foi com Marilyn Monroe, Madonna, Carmen Miranda e outras divas. A liberdade virá ainda com outras coisas, como com uma revisão nos relacionamentos e na noção de casamento. A violência doméstica prova que a coisa ainda não está muito boa.


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Prevenção



Bem certo quando se fala em prevenção e exame de mama, para evitar o câncer. Mas a maior prevenção talvez seja a alimentação e hábitos de vida saudáveis. Se evitar alimentos industrializados, frituras, artificiais. Também em muito outras práticas parecem perigosas, como uso de medicamentos sem receita, remédios para emagrecer e por aí vai. Recentemente vi que em carne de frango há já na embalagem a mensagem que não se usam mais hormônios. Porque no passado o frango tinha tanto hormônio que parecia uma dançarina de funk, isso já desde sua infância. Isso tudo lembra o comportamento, que também se reflete numa linguagem corporal. O corpo fala. E cada vez que exagera em algo, uma marca acaba aparecendo. O desamor pode se refletir no peito ou seio. Mas esse desamor é antes consigo mesma. Se amar antes de charlatões emocionais a enganem é uma grande prevenção. Certos detalhes merecem a crítica, como ainda a mulher depender emocionalmente de muita coisa. Isso não mais se torna financeiro, mas de relacionamento. Mas algo muda com o tempo, desde que se tenha vontade.



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Doença e realidade quântica





Mas os problemas vêm de uma realidade que em muito criamos. Isso se amplifica com os conhecimentos de mecânica quântica. Vibramos mentalmente e essas ondas modificam a realidade. Interagem com a realidade. Somos assim responsáveis por muito de nossa realidade. O caminho da prevenção é interno, é de pensamento e sabedoria. Quando se encontra esse vácuo quântico, acaba por ver a solução de tudo. Mas isso requer mudança e sair de zona de conforto. As pessoas preferem ficar no mesmo. Justificam o problema e a doença. Mas a doença não existe. São várias ilusões que nos envolvem por não termos sabedoria. E a mulher conquistará ainda isso, pela filosofia. Vejo no meu curso o exemplo feminino de buscar essa área maravilhosa do conhecimento humano. Sócrates grego aprendeu também com as mulheres. Hypatia pode também ser citada, filósofa e matemática. A mente melhor soluciona muita coisa, além de se ir em salões e clínicas de estética ou academias. O corpo deve ser exercitado, mas sozinho não garante a plena saúde. Quando se superar programações mentais negativas, tristezas sem fundamento, bem como uma série de coisas, as doenças acabam desaparecendo. A ilusão desaparece e dá lugar a eternidade e a plenitude. O ser substitui o ter. E o autoengano acaba sumindo, juntamente com seus preconceitos e modas. A mulher assim dirá o que conscientizou.

sábado, 3 de outubro de 2015

DIVERSIDADES


Diversidade religiosa



Vivemos em um tempo de pluralidade. Não vivem bem os intolerantes, e menos ainda aqueles que têm cabeça fechada. Mesmo os ateus não se enquadram tão bem em nossa sociedade latinoamerica, bem diversa daquela europeia que tanto se vangloria de ter um pensamento filosófico ateu e materialista, senão em um idealismo ultrarracional. Até bem ensinam os teósofos que não existe religião superior a verdade. Mas será que na religião não se pode encontrar a verdade? Outra questão que fica é que existe tamanha opção que seria contraditório falar que meramente a busca da cura e do milagre que levam a religião, ou que esta seria apenas algo psicológico. Mesmo porque há resultado e os místicos comprovam um lado incrível de suas religiões. E isso vai bem além do mero dogma, bem como lança uma ética superior. E esses são éticos sim. Um Gandhi, uma Santa Tereza, São Francisco e tantos outros. Isso sem falar nos gurus verdadeiros do oriente. Para o povo diz muito mais uma religião que um sistema de pensamento superficial e insensível.

Também cada vez mais se observa a falta de compreensão com as religiões africanas, bem como de movimentos de Nova Era. Bem falou Max Heindel que a Nova Era é do Cristo Cósmico. O cristianismo se fortaleceu e continua vivo, mesmo que um pouco diferente de suas origens, ou do período medieval, com cavalaria e até mesmo a mortificação do corpo. Em um estágio menos avançado de nosso pensamento filosófico havia a mera defesa da tolerância. Assim fizeram os franceses Voltaire e Rousseau, com grande mérito e propriedade. Mas em nosso tempo não mais apenas toleramos, mas convivemos, incorporamos essa diversidade. Chegamos mesmo a fazer um sincretismo religioso, e hoje mesmo os mais ferrenhos religiosos usam algo que surgiu na combatida Nova Era. A consciência progrediu no sentido de não mais defender racismos e exclusivismos. Assim nas universidades exige-se em atividades complementares que se estude a religião do Candomblé, o Islã e a cultura indígena. Talvez seja mais um motivo de recorde em desistência em cursos superiores, além da fraqueza de base educacional.

 
 
 




Diversidade de gênero

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Não menos compreendida é a diversidade de gênero. Na própria natureza há uma série de animais e plantas de sexualidade indefinida, ou de gênero incerto, e mesmo assim há quem se surpreenda com diversidade de gênero. Por outro lado, não se pode pensar que a exceção vire a regra. Há uma série de exageros que ultrapassam essa diversidade, e geram mesmo um certo “ismo”. Para nós que nos consideramos normais, assim homem que gosta de mulher e mulher que gosta de homem, isso tudo demora um pouco a ser compreendido. Mas com informação se tem algum progresso. Mais uma vez uma visão literal de textos religiosos é pouco positiva a se entender certas coisas. O mesmo se diga de uma serpente falando e de um homem engolido por um peixe gigante. Muito disso é simbólico, como disseram sábios e exegetas da religião, mas mesmo assim se usa da intolerância para perseguir e condenar a diferença.

A questão vai além. Hoje fica cada vez mais difícil dizer que certa coisa é trabalho de homem e outra de mulher. Em meu livro Reflexões Gerais falei da mutação de gênero, isso em 2009, pois lá saquei que estava se invertendo o comportamento. Hoje a mulher manda na casa, tem muitas opiniões com a educação dos filhos e muitas vezes dita a religião a ser seguida. Já vi alguns homens que mudaram de religião, seguindo a de sua esposa. E mulher trabalhando de pedreira, homem dono de casa, e tantos outros exemplos. Nem todos os casos são positivos. Talvez exista padrões naturais de gênero, como mostraram uns neurocientistas. E as meninas brincam de bonecas, sem nunca serem ensinadas, e meninos de carrinho. Nós antigos éramos assim.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Meninos-prodígio, ter de engolir/manifestação e religião


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Meninos-prodígio



Já vi em certas colunas a referência a meninos prodígio, que sabem desde muito cedo trabalhar, ou têm determinados talentos, mesmo em tenra infância, sendo assim vistos como “mistério” ou como inexplicáveis. Certamente para a mentalidade de que nascemos com uma mente vazia e aprendemos tudo por experiências e educação, esses meninos gênios são mesmo inexplicáveis. Primeiro que a palavra mistério é mal compreendida, uma vez que no Egito antigo a Escola dos Mistérios se referia a local onde raras pessoas tinham acesso a uma ciência elevada, tão elevada que era destinada ao segredo, haja vista um possível mau uso. Para isso se exigiam provas para ter acesso a esses mistérios, e o dever de silêncio. No caso dos meninos, fica clara a explicação da reencarnação, e assim apenas estes relembram o que fizeram em vidas passadas. Isso não é explicado apenas por crenças e superstições, mas pela ciência da hipnose e a terapia das vidas passadas, com autores sérios trabalhando a respeito. As crianças têm acesso maior a essas informações, e de forma errada se atribui isso a uma forte imaginação, quando foi uma realidade, e não imaginação. Logo não há mistério, mas apenas uma maior consciência por parte dessas crianças de seu patrimônio pessoal, usando esse pela sua evolução psíquica e manifestando talentos que não são muitas vezes ensinados, mas que surgem de maneira inata. O problema está no poder de saber que a morte é apenas uma mudança de dimensão, e a superação de manipulação por parte de religiões, que mais são fundadas em invenções que se distanciam em muito dos ensinamentos dos mestres que as inspiraram.





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Ter de engolir e manifestação





Lembro daquela vez que um técnico de futebol, da seleção, dizendo ao povo brasileiro que teria de o engolir. Vemos a mesma situação no que se refere a presidente da república. Uma vez com mandato de quatro anos, e mesmo pela burocracia do impeachment, fica difícil pensar que a reforma política realmente ocorreu. Fosse um pouco antes e não teríamos a reeleição. Tivemos o azar do tempo demorar a ocorrer, e assim se perpetuou algo que não corresponde a vontade popular. Uma vez lendo em um escritor brasileiro, este falou que temos apenas uma democracia em que delegamos o poder a representantes. Essa procuração me faz pensar de até onde damos poder a pessoas de índole muitas vezes discutível. Campanhas financiadas por meios escusos, promessas populares e uma série de planejamentos para mera campanha. Chegamos numa crise que corresponde mesmo a necessidade de reforma geral, mas não apenas em políticos, mas no povo em geral. Quando nossa sociedade corresponder as exigências que faz, aí sim poderá exigir candidatos compatíveis com seus anseios. Pois se não reformar esse contesto de resolver as coisas em jeitinhos e burlar pequenas coisas, não se pode exigir que saia cordeiro em meio a lobos. E como já idealizei para escrever em futuro livro, o rendimento de um político deveria ser o salário mínimo, e em alguns casos voluntário. Se assim fosse, não teríamos tanta gente interesseira nos cargos políticos ou com segundas intenções.

 
 
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Religião



Postei um artigo bíblico em determinado grupo de rede social, direcionado para o tema, e uma moça comentou sobre o cristianismo no sentido que ele não teria nenhuma lei. Falei para ela que bastava ver a lição de Jesus, que cumpria mais leis até que aqueles que antes a defendiam. Uma vez que “amar a Deus sobre todas as coisas” exige do cristão nenhuma falha com relação a lei de Deus. Ela então não mais respondeu, talvez caindo a ficha que um número de leis humanas por maior que seja, não se compara a Lei Divina, que não escapa ou perdoa certos erros. Por isso Jesus criticou o sistema anterior, colocando a lei no coração dos homens.